quarta-feira, 8 de junho de 2011

Grande cratividade!!!


Mandaram para mim esta mensagem... Gostaria de partilhar com vocês.
Muito legal.... Pra quem é professor(a), bom proveito:

Despedida do TREMA Simplesmente fantástico !!! Não sei quem escreveu, mas quem assina é o TREMA ...É uma tremenda aula de criatividade e bom humor, por sinal, comacentuada inteligência. A consequência não poderia ser outra: umaagradável leitura...

Despedida do TREMA

Estou indo embora. Não há mais lugar para mim. Eu sou o trema. Você podenunca ter reparado em mim, mas eu estava sempre ali, na Anhangüera, nosaqüíferos, nas lingüiças e seus trocadilhos por mais de quatrocentos ecinqüentas anos. Mas os tempos mudaram. Inventaram uma tal de reforma ortográfica e eusimplesmente tô fora. Fui expulso pra sempre do dicionário. Seusingratos! Isso é uma delinqüência de lingüistas grandiloqüentes!... O resto dos pontos e o alfabeto não me deram o menor apoio... A letra Use disse aliviada porque vou finalmente sair de cima dela. Os doispontos disse que seu sou um preguiçoso que trabalha deitado enquanto elefica em pé. Até o cedilha foi a favor da minha expulsão, aquele C cagão que fica sepassando por S e nunca tem coragem de iniciar uma palavra. E também temaquele obeso do O e o anoréxico do I. Desesperado, tentei chamar o pontofinal pra trabalharmos juntos, fazendo um bico de reticências, mas elenegou, sempre encerrando logo todas as discussões. Será que se deixar umtopete moicano posso me passar por aspas?... A verdade é que estou forade moda. Quem está na moda são os estrangeiros, é o K e o W, "Kkk" pracá, "www" pra lá.Até o jogo da velha, que ninguém nunca ligou, virou celebridade nessetal de Twitter, que aliás, deveria se chamar TÜITER. Chega de argüição,mas estejam certos, seus moderninhos: haverá conseqüências! Chega depiadinhas dizendo que estou "tremendo" de medo. Tudo bem, vou-me emborada língua portuguesa. Foi bom enquanto durou. Vou para o alemão, lá elesadoram os tremas. E um dia vocês sentirão saudades. E não vãoagüentar!... Nós nos veremos nos livros antigos. saio da língua para entrar nahistória. Adeus, Trema.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Espiritualidade do Leigo


Benção ou Maldição???



Há tempos, num curso, alguém me falou: “Eu gostaria que você me desse uma definição a respeito do que é bênção”. No primeiro estágio da resposta disse-lhe que se ele tivesse feito essa pergunta a Esdras ou Neemias, a solução provavelmente seria curta e precisa: “bênção é a mão de Deus sobre nós” Ambos usaram essa expressão cerca de nove vezes, falando do bom, generoso e poderoso efeito da mão de Deus. Desse modo, a afirmação dos dois atinge o cerne da questão. Também poderíamos dizer: bênção significa “Deus está conosco!”.

A palavra bênção, , queno hebraico tem a raiz semita b-r-k que dá origem ao termo berakák traduz uma oferta, oportunidade ou chance. Com ela se exprimem dois elementos essenciais do pensamento bíblico: a felicidade humana e o dom divino que é sua fonte. O verbo “abençoar” traz consigo o significado de uma comunicação dos bens divinos garantidos por um mediador: o pai (para a família), o rei (para a nação), o sacerdote (para os que freqüentam o templo), o ministro (para a comunidade religiosa). Vários eventos humanos são vistos na Bíblia como bênçãos, tais como a fecundidade da esposa, a vitalidade dos filhos, a felicidade da comunidade, as boas safras e abundância das colheitas, o convívio com os amigos, etc.

Do verbo “abençoar” vem-nos o particípio baruk, que constitui o âmago da forma israelita da bênção: “Bendito seja...”. Trata-se de uma entusiasta manifestação a respeito de alguém a quem Deus acaba de revelar seu poder e sua generosidade.

No Antigo Testamento, a bênção, em geral, se refere a algum tipo de bem-estar terreno, segurança, poder, riqueza, descendência, etc., e essa bênção está expressamente condicionada à obediência aos mandamentos de Deus: Eis que, hoje, eu ponho diante de ti a bênção e a maldição: a bênção, quando cumprirdes os mandamentos do Senhor, teu Deus, que hoje te ordeno; a maldição, se não cumprires os mandamentos do Senhor, te Deus, mas te desviares do caminho que hoje ordeno, para seguires outros deuses que não conheceste (Dt 1,26-28).

No Novo Testamento, mantém-se o foco das antigas bênçãos. Jesus abençoa as crianças (cf. Mc 10,16), seus discípulos (cf. Lc 24,50), os pães (cf. Mc 6,41), etc. Igualmente Jesus ensinou aos discípulos a responder com uma bênção às maldições de seus inimigos (cf. Lc 6,28). Ele descreveu a eterna felicidade dos justos como a bênção definitiva dada pelo Pai, ao contrário das maldições que cairão sobre os que rejeitarem a salvação (cf. Mt 25, 34-41).

Foi com copiosas bênçãos que Deus coroou todos os atos da sua criação, ao dizer que tudo estava muito bom. Primeiro ele abençoou o homem e o seu trabalho. Depois abençoou o sétimo dia. O homem foi abençoado para poder empreender tudo o que o Criador projetou que ele fizesse. O sétimo dia foi abençoado e santificado para ser ocasião de descanso e reflexão. Abençoando-o, Deus relacionou-se intimamente com o homem, com o trabalho e com o sábado (judaico) e o domingo (cristão), realidades que ele próprio idealizou.

As Sagradas Escrituras estão repletas de situações de bênçãos, onde a benção proferida por Deus e aquela levada a efeito pelo homem se entrelaçam: Gn 27,27ss; Gn 49,25s.

Os batizados são chamados a abençoar e a ser uma bênção, que está intimamente ligada ao sacerdócio batismal. Todo batizado é chamado a participar do processo de “bênção”, eis por que os leigos podem presidir certas bênçãos.

Na liturgia da Igreja, a bênção divina é plenamente revelada e comunicada: o Pai é reconhecido e adorado como a fonte e o fim de todas as bênçãos da criação e da salvação; em seu Verbo, encarnado, morto e ressuscitado por nós, o Pai nos cumula com suas bênçãos, e por meio dele derrama em nossos corações o dom que contém todos os dons: o Espírito Santo.

Abençoar é uma ação divina que dá a vida e da qual o Pai é a fonte. Sua bênção é, ao mesmo tempo, palavra e dom. No latim é benedictio, e no grego é euloguia. Aplicado à vida do ser humano, esse termo significa a adoração e a entrega a seu criador, na ação de graças. Bendizer é prestar um elogio.

Para finalizar, é bom interiorizarmos que a bênção é uma graça que atinge a vida e seu mistério, e é um dom que envolve gestos e palavras. Enquanto a prece da bênção afirma a generosidade divina, a ação de graças, que se move pela fé, já a viu manifestar-se.


Que Deus te abençoe e te guarde!
Ele te mostre a sua face e se compadeça de ti!
O Senhor volte para ti o seu olhar e te dê a sua paz!

terça-feira, 3 de maio de 2011

Uma novidade, uma bênção...


A BÊNÇÃO
JOÃO DE DEUS...

João Paulo II foi um dos maiores papas da Igreja. Poderia ser chamado de “Magno”, como Leão Magno e Gregório Magno. Leão enfrentou os bárbaros que invadiram o Império Romano e Gregório os educou e evangelizou. João Paulo II salvou a Europa e o mundo do comunismo ateu, materialista e anticristão e preparou-o para o terceiro milênio do cristianismo com a sabedoria de um grande profeta dos tempos atuais.

O Espírito Santo foi buscá-lo detrás da “Cortina de Ferro” comunista para fazer cair o “Muro da vergonha” de Berlim e trazer a paz e a fé de volta a tantos países do Leste europeu. Tchecoslováquia, Rússia, Bulgária, Polônia, Hungria e outros voltaram a respirar.

Ele foi um marco há história da Igreja, não só pelos 25 anos de pontificado, mas pela sua santidade, cultura, amor ao ser humano.

Mestre da doutrina, arauto da paz, paladino da justiça entre os povos, soube falar ao mundo e com o mundo. Revelou-lhe as suas chagas, apresentando o remédio de que precisava: Jesus Cristo.

Em seu primeiro discurso como Papa, à janela do vaticano, pediu ao mundo: “Abri as portas a Jesus Cristo...”

Nessa hora em que o céu o acolhe como beato, precisamos dizer; Obrigado Senhor, porque nos destes um grande Pai, Mestre e Pastor.

Com todo o povo aclamamos: “Santo súbito!” Interceda pela Santa Igreja e por cada um de nós no céu sem cessar.

Espiritualidade do Leigo


Irmã Dulce
Uma vida de SANTIDADE!

Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes, nascida em 26 de maio de 1914, filha do cirurgião dentista Augusto Lopes Pontes e de Dulce Maria de Souza.
O processo de beatificação iniciou em 17 de janeiro de 2000. Em 2001 foi divulgado um milagre pela intercessão da Irmã Dulce e 2002, o processo levado para análise do vaticano. O milagre foi reconhecido juridicamente pela Sagrada Congregação da Causa dos Santos em 2003. Em Abril de 2009, foi considerada venerável pela sua vida de amor, fé e caridade.
No dia 22 de Maio de 2011 será mais uma beata para o Brasil.
A beatificação é uma etapa no processo da canonização, quando beato é declarado santo.
Muitas vezes as pessoas fazem referência à Irmã Dulce, como o “ANJO BOM DA BAHIA”, não porque viram nela poderes mágicos, mas porque buscava transformar as mais duras realidades de pobreza e sofrimento dos irmãos que a cercavam em lugares concretos de evangelização e caridade.
Participemos da alegria deste momento da história da Igreja no Brasil, fazendo da nossa vida uma extensão do testemunho cristão da vida da BEM AVENTURADA IRMÃ DULCE!

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Símbolos da Páscoa...


INCENSÓRIO

o Incenso, tão presente nas culturas indígenas e africanas, é usado em nossas celebrações como ato de adoração, oferta e vida... como nos ensina o salmo 141: "Suba a minha prece como incenso à tua presença, minhas mãos erguidas como oferta vespertina".
O Incenso fi um dos presentes oferecidos a Jesus pelos magos (cf. Mt 2,11). Nós incensamos o altar, o livro dos evangelhos, o pão e o vinho, ministros do altar e assembléia, os ícones, porque reconhecemos nestes elementos sinais vitais da presença de Jesus.
é comum nas Igrejas queimar incenso em vaso de metal (ou turíbulo), mas já estão se tornando usuais os incensórios de cerâmicas.
A Páscoa é louvor, adoração, ação de graças... é muito comum usarmos incenso para celebrarmos a liturgia pascal.
A prática do incenso nas celebrações torna a liturgia mais solene e profundamente espiritual.

A Páscoa é o suave odor da ressusrreição - vida nova. O incenso é a gratidão do povo que marcha, que reza, que louva e que espera.

Um abraço. Pe. Fróes

Uma Páscoa com Cristo, uma Páscoa de Ressurreição


Caríssimos amigos, que mistério maravilhoso somos convidados a celebrar: A Páscoa de Cristo, a nossa Páscoa!
Nossa fé, já fortalecida pela ressurreição do Cristo, será capaz de tirar todo o sono que pode nos impedir de festejar esta belíssima festa de irmãos.
Desejo a todos vocês e aos simpatizantes de nosso blogger uma Feliz e santa Páscoa no Senhor.
Que a Páscoa abra nossos olhos para ver a ressurreição que está acontecendo em nós e nos proporcione a graça de sentir o nosso Êxodo.

Como nos diz os poetas das canções pascais:

"Meu coração me diz, o amor me amou e se entregou por mim, Jesus Ressuscitou!
Passou a escuridão, o sol nasceu, a vida triunfou, JESUS RESSUSCITOU!"

viva Cristo, o Sol da Justiça que vem nos visitar;
Viva a Ressurreição;
Viva a Páscoa;


FELIZ PÁSCOA!

O que significa ser ressuscitado com Cristo?


Ser homem significa ir ao encontro da morte. Ser homem significa ter de morrer, ser aquela substância da contradição segundo a qual, do ponto de vista biológico, é natural e necessário morrer; mas, ao mesmo tempo, abriu-se na vida biológico um centro espiritual que aspira à eternidade e, deste ponto de vista, morrer não é natural, mas ilógico, porque significa expulsão da esfera do amor, destruição de uma comunicação que é desejo de eternidade.
Deste modo, viver significa morrer. Portanto, o filho de Deus “Fez-se homem”, significa também isto: foi ao encontro da morte.
Jesus é introduzido no sofrimento humano para libertá-lo da sua dependência do poder do mal e da morte, através de sua Ressurreição. Esta é a nossa Páscoa!
Jesus nos oferece a possibilidade de sermos introduzidos em sua Páscoa e dela participar, para sermos também libertados da escravidão do pecado e da morte. Eis o Mistério Pascal: o caminho pascal de Jesus torna-se o caminho pascal do cristão.
Esse Mistério Pascal é um dom do Pai para cada pessoa e para toda a humanidade, como fonte de libertação e como experiência de comunhão, ainda que sob o véu dos sinais sacramentais. Assim, pela invocação do Espírito Santo, as celebrações litúrgicas nos fazem participar dos fatos passados, e atualizam sobre nós a mesma graça redentora que se derramou sobre Maria Santíssima, sobre os apóstolos e os primeiros discípulos de Jesus: O Batismo nos faz filhos adotivos do Pai, a Crisma nos dá o Espírito Santo e a Eucaristia nos mantém em comum união com Jesus e com os irmãos.
As pessoas que foram regeneradas na fé e no amor pelo batismo receberam as potencialidades e a vocação a viver como homens e mulheres “partícipes da vida do Ressuscitado”, partilhando a mesma energia divina de Cristo no Espírito (cf. Ef 2,4-8; Cl 3, 1-4).
O Estranho esvaziamento do verbo encarnado, na morte de Cruz e no silêncio do sepulcro, abre o caminho para uma nova história, em prol de cada um e do mundo inteiro. “Batizados em Cristo Jesus, é na sua morte que fomos batizados. Portanto, pelo batismo nós fomos sepultados com ele na morte, para que, com Cristo fostes ressuscitados dentre os mortos pela glória do Pai, assim também nós vivemos vida nova (cf. Rm 6, 3-4).
Celebramos em maneira indivisível a Páscoa pessoal de Jesus e a Páscoa de seu corpo vivo que é a Igreja: cada um de nós, a caminho da esperança na renovação plena e definitiva.
Queridos podemos comparar o homem, a mulher, o jovem e a criança ressuscitada com o canto do Aleluia que constitui o emblema da Páscoa e da vida nova em Cristo. Brota da alegria da fé, se irradia através da vida renovada, antecipa a plenitude da esperança: a Paixão do Senhor mostra-nos as dificuldades da vida presente, em que é preciso trabalhar, sofrer e por fim morrer. A ressurreição e a glorificação do Senhor nos revelam a vida que um dia nos será dada... É isto o que todos nós exprimimos mutuamente quando cantamos: Cristo Ressuscitou Aleluia, venceu a morte com amor!...
O homem e a mulher ressuscitada é o protótipo da alegria, da fraternidade, da esperança, da unidade e de todos os sentimentos que brotam do coração do nosso Deus. A fé cristã afirma que ressurreição é uma transformação de nós, pelo poder amoroso de Deus. Assim, a morte física não é o fim, mas uma passagem ou etapa de nossa vida. Na missa dos mortos, rezamos: "Para quem crê a vida não é tirada, mas transformada".
Por isso São Paulo adverte: "Se vocês ressuscitaram com Cristo, busquem as coisas do alto" (cf. Cl 3,1). Uma condição indispensável para a ressurreição final e de cada dia é a confiança em Deus.
Feliz Páscoa! Feliz Ressurreição!
“Ó Deus, por vosso filho unigênito, vencedor da morte, abristes hoje para nós as portas da eternidade. Concedei que, celebrando a ressurreição do Senhor, renovados pelo vosso Espírito, ressuscitemos na luz da vida nova” (Oração do Domingo da Páscoa).
Pe. Marcelo Fróes
Liturgista