quarta-feira, 6 de julho de 2011

Formação litúrgica




Quando vou proclamar a leitura, pra quem eu faço reverência: Padre ou Altar?

Amados, percebo em algumas celebrações, que no momento da proclamação das leituras na missa, os leitores costumam fazer reverência para o padre, porém, quando subimos ao presbitério para o ministério de leitor, devo reverenciar em primeiro lugar a mesa do sacrifício: o Altar que é o centro, o coração da Igreja. Até o padre quando sobe ao presbitério a reverência dele ao altar é peculiar, ele o beija em sinal de respeito, carinho e atenção.
O altar, sinal de Cristo, é o centro do edifício da Igreja. A centralidade do altar no conjunto do espaço litúrgico não é teologicamente uma conclusão, mas o ponto de partida. A centralidade do altar com relação ao edifício de culto reflete a centralidade de Cristo com relação à assembléia litúrgica, ao mundo e à história.
O altar da igreja e o altar do coração guardam juntos uma íntima relação. Aquele é o coração do santuário; este é a realidade mais profunda da pessoa, seu santuário interior. O altar da igreja e o altar do coração se complementam mutuamente, e, de um modo misterioso, compõem um só. O altar verdadeiro e perfeito onde se oferece o sacrifício de Cristo é a unidade viva de ambos, porque a vida cristã é uma espécie de alteridade celebrativa e uma convivência existencial que engloba toda a vida do batizado. Sobre esse altar vivo, que é seu coração, os cristãos oferecem «sacrifícios espirituais, agradáveis a Deus por meio de Jesus Cristo». Oferecem seus «corpos como hóstia viva, santa, agradável a Deus» (IGMR, nº. 306).
O altar é para ser visto e contemplado, como memorial dos mistérios que aí se celebram. Quanto ao uso de arranjos e flores, a Igreja pede que se observe a “moderação”. “No Tempo do Advento se ornamente o altar com flores com moderação tal que convenha à índole desse tempo, sem contudo antecipar aquela plena alegria do Natal do Senhor. No Tempo da Quaresma é proibido ornamentar com flores o altar. Excetuam-se, porém, o domingo ‘Laetare’ (IV Domingo da Quaresma), solenidades e festas”.
Em geral, “a ornamentação com flores seja sempre moderada e, ao invés de se dispor o ornamento sobre o altar, de preferência seja colocado junto a ele” (IGMR, n. 305). Na verdade, se Cristo é o altar verdadeiro e o altar representa Cristo em sua entrega por nós, é lógico que o mesmo nem precisa de enfeite. Ele já é belo por si mesmo. Por isso, a Igreja recomenda moderação, inclusive sugerindo que, “ao invés de se dispor o ornamento sobre o altar, de preferência seja colocado junto a ele”. Devemos fazer tudo para que o altar realmente apareça na sua inteireza.
Em nosso próximo artigo, vamos falar um pouco sobre a “Genuflexão”, o que é isso? É um gesto litúrgico?
A todos um grande abraço
Pe. Fróes

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Série: Espiritualidade do Leigo

A Trindade no seu dinamismo pericorético
espelho para a Igreja hoje !

Por Pe. Marcelo Fróes




“Ó Trindade, vos louvamos...
Vos louvamos pela vossa comunhão
Que esta mesa, favoreça
Favoreça a nossa comunicação!”



Talvez estejamos perguntamos: O que é Pericórese ou o que significa dinamismo pericorético?
Podemos dizer que ambos estão na mesma estrutura teológica. É o inter-relacionamento eterno que existe entre os três divinos: Pai, Filho e Espírito Santo. Cada pessoa vive da outra, com a outra, pela outra e para a outra. É uma comunidade unida, de amor, de ação.
A Pericórese nos conduz ao entendimento de que as três pessoas trinitárias agem sempre conjuntamente no interior da criação. Se fosse o contrário, teríamos três criadores, ou seja, três deuses, e isso não comporta ao entendimento teológico, pois, é uma heresia.
A Pericórese não impede que cada pessoa que compõe a Santíssima Trindade, tenha a sua ação particular uma propriedade singular. O grande desafio, ou pelo menos o desafio fundamental da fé trinitária se constitui em como fazer com que uma sociedade que idolatra o “eu” adquira a consciência de que toda a vida do homem está marcada trinitariamente. O homem é um ser social, não vive sozinho, vive uma relação constante com outro e com o mundo (Sócrates).
Um segundo sentido que a pericórese nos traz acerca da Trindade é que cada pessoa mora na outra. Morar e não Ser! O Pai está sempre no Filho, comunicando-lhe a vida e o amor. O Filho está sempre no Pai, conhecendo-o e reconhecendo-o amorosamente como Pai.
Pai e Filho estão no Espírito Santo, expressão mútua de vida e amor.
O Espírito Santo está no Pai e no Filho como fonte e manifestação da vida e do amor dessa fonte abissal.
A Santíssima Trindade continua sendo o protótipo da comunhão, da doação, da gratuidade, da participação, mas também um mistério abissal, uma realidade que sempre nos aparece e se permite conhecer e provar, sem que, no entanto, termine jamais nosso esforço de conhecimento.
Hoje a Igreja é convidada a atingir essa realização máxima da unidade que implica não exclusão, mas, a participação a ponto de se alcançar um dinamismo rumo à evolução de toda a comunidade eclesial que se apresenta como corpo místico de Cristo.
Quando a Igreja a caminho procura promover entre os seus membros – entende-se aqui todos os membros e a relação pericorética em toda a sua amplitude – ela se torna a maior expressão da Trindade, enquanto comunidade, de fé, esperança e amor, que procura viver o ideal de união proposto pela cabeça desse corpo que é Cristo.
A Medida que a Igreja é comunidade de fé, também é de esperança. Os que nela se inserem e com ela caminham, sabem para onde caminham. Não é uma caminhada a esmo ou uma esperança frustrante, mas um caminhado rumo à unidade.
A Igreja é chamada a ser o Ícone da Trindade.
A Igreja como ícone da Trindade desperta os corações para o comprometimento afetivo com o outro.
Quanto mais nos tornamos membros ativos e participativos dessa Igreja, mais seremos arremetidos para a Trindade, pois, ela se apresenta como Ícone da Trindade. Tal participação só será válida e construtiva, no entanto, se renunciando a todo o individualismo, prepotência e autoritarismo souberem viver em comunhão com Deus, com os irmãos, constituídos como Corpo de Cristo que a Igreja.
Compartilhar da vida da Santíssima Trindade nada mais é que viver em comunhão, em distinção e sem confusão. É participarmos da matemática de Deus onde o “dar” jamais leva á perda e a subtração, mais a partilha é a experiência com o amor de Deus.
Nós somos reflexos da trindade, pois a mesma reflete em nós.
Na doxologia da missa mostramos de forma reflexiva a nossa participação na Trindade, pois, nesse momento nos unimos a Cristo a mais perfeita de todas as oferendas: Por Cristo, com Cristo e em Cristo, a vós ó Pai, todo poderoso, na Unidade do Espírito Santo, toda honra e toda a glória, agora e para sempre!
11º Domingo do Tempo Comum festa da Santíssima Trindade é a segunda maior festa da Igreja. A festa da Trindade na sua unidade onipotente.
Que possamos ter a Santíssima Trindade como modelo de comunidade, de comunhão e participação.

Neste artigo gostaria de homenagear a Profª Drª Irmã Maria Freire, ICM, uma grande mulher de Deus. Sempre incentivadora da vivência no dinamismo trinitário. Foi minha grande mestra na PUC – SP, mestrado. Com ela aprendi a amar, respeitar e ser um propagador da Mistério Trinitário.
Querida Irmã Mª Freire, nesta festa da Trindade, um abraço companheiro!

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Grande cratividade!!!


Mandaram para mim esta mensagem... Gostaria de partilhar com vocês.
Muito legal.... Pra quem é professor(a), bom proveito:

Despedida do TREMA Simplesmente fantástico !!! Não sei quem escreveu, mas quem assina é o TREMA ...É uma tremenda aula de criatividade e bom humor, por sinal, comacentuada inteligência. A consequência não poderia ser outra: umaagradável leitura...

Despedida do TREMA

Estou indo embora. Não há mais lugar para mim. Eu sou o trema. Você podenunca ter reparado em mim, mas eu estava sempre ali, na Anhangüera, nosaqüíferos, nas lingüiças e seus trocadilhos por mais de quatrocentos ecinqüentas anos. Mas os tempos mudaram. Inventaram uma tal de reforma ortográfica e eusimplesmente tô fora. Fui expulso pra sempre do dicionário. Seusingratos! Isso é uma delinqüência de lingüistas grandiloqüentes!... O resto dos pontos e o alfabeto não me deram o menor apoio... A letra Use disse aliviada porque vou finalmente sair de cima dela. Os doispontos disse que seu sou um preguiçoso que trabalha deitado enquanto elefica em pé. Até o cedilha foi a favor da minha expulsão, aquele C cagão que fica sepassando por S e nunca tem coragem de iniciar uma palavra. E também temaquele obeso do O e o anoréxico do I. Desesperado, tentei chamar o pontofinal pra trabalharmos juntos, fazendo um bico de reticências, mas elenegou, sempre encerrando logo todas as discussões. Será que se deixar umtopete moicano posso me passar por aspas?... A verdade é que estou forade moda. Quem está na moda são os estrangeiros, é o K e o W, "Kkk" pracá, "www" pra lá.Até o jogo da velha, que ninguém nunca ligou, virou celebridade nessetal de Twitter, que aliás, deveria se chamar TÜITER. Chega de argüição,mas estejam certos, seus moderninhos: haverá conseqüências! Chega depiadinhas dizendo que estou "tremendo" de medo. Tudo bem, vou-me emborada língua portuguesa. Foi bom enquanto durou. Vou para o alemão, lá elesadoram os tremas. E um dia vocês sentirão saudades. E não vãoagüentar!... Nós nos veremos nos livros antigos. saio da língua para entrar nahistória. Adeus, Trema.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Espiritualidade do Leigo


Benção ou Maldição???



Há tempos, num curso, alguém me falou: “Eu gostaria que você me desse uma definição a respeito do que é bênção”. No primeiro estágio da resposta disse-lhe que se ele tivesse feito essa pergunta a Esdras ou Neemias, a solução provavelmente seria curta e precisa: “bênção é a mão de Deus sobre nós” Ambos usaram essa expressão cerca de nove vezes, falando do bom, generoso e poderoso efeito da mão de Deus. Desse modo, a afirmação dos dois atinge o cerne da questão. Também poderíamos dizer: bênção significa “Deus está conosco!”.

A palavra bênção, , queno hebraico tem a raiz semita b-r-k que dá origem ao termo berakák traduz uma oferta, oportunidade ou chance. Com ela se exprimem dois elementos essenciais do pensamento bíblico: a felicidade humana e o dom divino que é sua fonte. O verbo “abençoar” traz consigo o significado de uma comunicação dos bens divinos garantidos por um mediador: o pai (para a família), o rei (para a nação), o sacerdote (para os que freqüentam o templo), o ministro (para a comunidade religiosa). Vários eventos humanos são vistos na Bíblia como bênçãos, tais como a fecundidade da esposa, a vitalidade dos filhos, a felicidade da comunidade, as boas safras e abundância das colheitas, o convívio com os amigos, etc.

Do verbo “abençoar” vem-nos o particípio baruk, que constitui o âmago da forma israelita da bênção: “Bendito seja...”. Trata-se de uma entusiasta manifestação a respeito de alguém a quem Deus acaba de revelar seu poder e sua generosidade.

No Antigo Testamento, a bênção, em geral, se refere a algum tipo de bem-estar terreno, segurança, poder, riqueza, descendência, etc., e essa bênção está expressamente condicionada à obediência aos mandamentos de Deus: Eis que, hoje, eu ponho diante de ti a bênção e a maldição: a bênção, quando cumprirdes os mandamentos do Senhor, teu Deus, que hoje te ordeno; a maldição, se não cumprires os mandamentos do Senhor, te Deus, mas te desviares do caminho que hoje ordeno, para seguires outros deuses que não conheceste (Dt 1,26-28).

No Novo Testamento, mantém-se o foco das antigas bênçãos. Jesus abençoa as crianças (cf. Mc 10,16), seus discípulos (cf. Lc 24,50), os pães (cf. Mc 6,41), etc. Igualmente Jesus ensinou aos discípulos a responder com uma bênção às maldições de seus inimigos (cf. Lc 6,28). Ele descreveu a eterna felicidade dos justos como a bênção definitiva dada pelo Pai, ao contrário das maldições que cairão sobre os que rejeitarem a salvação (cf. Mt 25, 34-41).

Foi com copiosas bênçãos que Deus coroou todos os atos da sua criação, ao dizer que tudo estava muito bom. Primeiro ele abençoou o homem e o seu trabalho. Depois abençoou o sétimo dia. O homem foi abençoado para poder empreender tudo o que o Criador projetou que ele fizesse. O sétimo dia foi abençoado e santificado para ser ocasião de descanso e reflexão. Abençoando-o, Deus relacionou-se intimamente com o homem, com o trabalho e com o sábado (judaico) e o domingo (cristão), realidades que ele próprio idealizou.

As Sagradas Escrituras estão repletas de situações de bênçãos, onde a benção proferida por Deus e aquela levada a efeito pelo homem se entrelaçam: Gn 27,27ss; Gn 49,25s.

Os batizados são chamados a abençoar e a ser uma bênção, que está intimamente ligada ao sacerdócio batismal. Todo batizado é chamado a participar do processo de “bênção”, eis por que os leigos podem presidir certas bênçãos.

Na liturgia da Igreja, a bênção divina é plenamente revelada e comunicada: o Pai é reconhecido e adorado como a fonte e o fim de todas as bênçãos da criação e da salvação; em seu Verbo, encarnado, morto e ressuscitado por nós, o Pai nos cumula com suas bênçãos, e por meio dele derrama em nossos corações o dom que contém todos os dons: o Espírito Santo.

Abençoar é uma ação divina que dá a vida e da qual o Pai é a fonte. Sua bênção é, ao mesmo tempo, palavra e dom. No latim é benedictio, e no grego é euloguia. Aplicado à vida do ser humano, esse termo significa a adoração e a entrega a seu criador, na ação de graças. Bendizer é prestar um elogio.

Para finalizar, é bom interiorizarmos que a bênção é uma graça que atinge a vida e seu mistério, e é um dom que envolve gestos e palavras. Enquanto a prece da bênção afirma a generosidade divina, a ação de graças, que se move pela fé, já a viu manifestar-se.


Que Deus te abençoe e te guarde!
Ele te mostre a sua face e se compadeça de ti!
O Senhor volte para ti o seu olhar e te dê a sua paz!

terça-feira, 3 de maio de 2011

Uma novidade, uma bênção...


A BÊNÇÃO
JOÃO DE DEUS...

João Paulo II foi um dos maiores papas da Igreja. Poderia ser chamado de “Magno”, como Leão Magno e Gregório Magno. Leão enfrentou os bárbaros que invadiram o Império Romano e Gregório os educou e evangelizou. João Paulo II salvou a Europa e o mundo do comunismo ateu, materialista e anticristão e preparou-o para o terceiro milênio do cristianismo com a sabedoria de um grande profeta dos tempos atuais.

O Espírito Santo foi buscá-lo detrás da “Cortina de Ferro” comunista para fazer cair o “Muro da vergonha” de Berlim e trazer a paz e a fé de volta a tantos países do Leste europeu. Tchecoslováquia, Rússia, Bulgária, Polônia, Hungria e outros voltaram a respirar.

Ele foi um marco há história da Igreja, não só pelos 25 anos de pontificado, mas pela sua santidade, cultura, amor ao ser humano.

Mestre da doutrina, arauto da paz, paladino da justiça entre os povos, soube falar ao mundo e com o mundo. Revelou-lhe as suas chagas, apresentando o remédio de que precisava: Jesus Cristo.

Em seu primeiro discurso como Papa, à janela do vaticano, pediu ao mundo: “Abri as portas a Jesus Cristo...”

Nessa hora em que o céu o acolhe como beato, precisamos dizer; Obrigado Senhor, porque nos destes um grande Pai, Mestre e Pastor.

Com todo o povo aclamamos: “Santo súbito!” Interceda pela Santa Igreja e por cada um de nós no céu sem cessar.

Espiritualidade do Leigo


Irmã Dulce
Uma vida de SANTIDADE!

Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes, nascida em 26 de maio de 1914, filha do cirurgião dentista Augusto Lopes Pontes e de Dulce Maria de Souza.
O processo de beatificação iniciou em 17 de janeiro de 2000. Em 2001 foi divulgado um milagre pela intercessão da Irmã Dulce e 2002, o processo levado para análise do vaticano. O milagre foi reconhecido juridicamente pela Sagrada Congregação da Causa dos Santos em 2003. Em Abril de 2009, foi considerada venerável pela sua vida de amor, fé e caridade.
No dia 22 de Maio de 2011 será mais uma beata para o Brasil.
A beatificação é uma etapa no processo da canonização, quando beato é declarado santo.
Muitas vezes as pessoas fazem referência à Irmã Dulce, como o “ANJO BOM DA BAHIA”, não porque viram nela poderes mágicos, mas porque buscava transformar as mais duras realidades de pobreza e sofrimento dos irmãos que a cercavam em lugares concretos de evangelização e caridade.
Participemos da alegria deste momento da história da Igreja no Brasil, fazendo da nossa vida uma extensão do testemunho cristão da vida da BEM AVENTURADA IRMÃ DULCE!

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Símbolos da Páscoa...


INCENSÓRIO

o Incenso, tão presente nas culturas indígenas e africanas, é usado em nossas celebrações como ato de adoração, oferta e vida... como nos ensina o salmo 141: "Suba a minha prece como incenso à tua presença, minhas mãos erguidas como oferta vespertina".
O Incenso fi um dos presentes oferecidos a Jesus pelos magos (cf. Mt 2,11). Nós incensamos o altar, o livro dos evangelhos, o pão e o vinho, ministros do altar e assembléia, os ícones, porque reconhecemos nestes elementos sinais vitais da presença de Jesus.
é comum nas Igrejas queimar incenso em vaso de metal (ou turíbulo), mas já estão se tornando usuais os incensórios de cerâmicas.
A Páscoa é louvor, adoração, ação de graças... é muito comum usarmos incenso para celebrarmos a liturgia pascal.
A prática do incenso nas celebrações torna a liturgia mais solene e profundamente espiritual.

A Páscoa é o suave odor da ressusrreição - vida nova. O incenso é a gratidão do povo que marcha, que reza, que louva e que espera.

Um abraço. Pe. Fróes